sábado, 15 de março de 2014
A FLOR DA PELE - set 2010 - EN
Seu olhar me vejo nele
Seu lábio quando me roça
Suave o brilho da sua pele
Que audaciosa me toca
As mãos finas suaves como a seda
Cetim, é o que mais se parece
Quando seus dedos o meu corpo enreda
Perde o equilíbrio, cai, fenece
Te encontrei numa tarde quente
Degrau a degrau seus passos firmes
Mais que sonho murmurei; existes !
Pensei ! Mereço ser dela pretendente
No abraço, O ônibus no ponto, Parado
Quilômetros corridos em curvas negras
Deduzo; Ao coração dita as regras
E determinada veio em busca do seu agrado.
Perfume de Rosas suave, infalível
Queria me privar deste sentido penetrante
Ter ao alcance tão aguardado instante
O que desejavas privei, a volta era impossível.
Poros dilatados e suor em profusão
Os corpos juntos apenas um formaram
Os lençóis inúteis com as fronhas se juntaram
Testemunhas silenciosas da grande sedução
Todo o tesão indo a profundeza
Teu corpo clama forte, pede
O meu corpo flua o gozo que acalma
Dentro de você com alguma delicadeza
Parte de mim, liquido que cede
com ímpeto o ousado amante
que por dentro de suas pernas se encaixa.
Quando conheci EFN
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